WISDOMRushAo vivo no Zoom · domingos

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Posso estudar Torá sem ser judeu?

É uma dúvida que aparece cedo para quem começa a se interessar por hebraico, Cabalá ou sabedoria judaica. A própria tradição tem uma resposta, e ela é mais aberta do que muita gente imagina.

Rolo da Torá aberto

Geralmente começa por acaso. Um vídeo curto sobre as letras hebraicas, mostrando que cada uma tem um número, uma forma e uma história. Você assiste duas vezes, procura mais e, uma semana depois, tem uma pasta cheia de vídeos sobre Torá e Cabalá. Aí vem a pergunta meio envergonhada: será que isso é para mim? Isso não é só para judeus?

Muita gente no Brasil e na América Latina se interessa pelas raízes judaicas, pelo hebraico e pelo jeito como a Torá enxerga a vida. Vale responder com calma às dúvidas que costumam vir junto.

A Torá fala com quem não é judeu?

Fala, e desde o começo. Antes de existir um povo judeu, antes do Monte Sinai, a Bíblia conta que Deus fez uma aliança com Noé, que não era judeu. Ele é apresentado como pai de toda a humanidade depois do dilúvio.

Resposta curta: pode. A longa vem abaixo, e no meio dela tem um convite para uma aula aberta a qualquer pessoa. Ver o convite ↓

Dessa aliança a tradição judaica tira princípios que valem para todo ser humano, como não matar, não roubar e estabelecer justiça. Ou seja, já nas primeiras páginas a Torá tem uma mensagem endereçada a todos.

Vão querer me converter?

Não. O judaísmo não sai procurando convertidos. Ninguém vai pedir que você deixe de ser quem é. A ideia é que cada pessoa construa a sua própria relação com o Criador e leve para a vida o que fizer sentido.

Mas a parte mística, a Cabalá, também é aberta?

Aqui entra o Rabino Yitzchak Ginsburgh, mestre de Cabalá e Chassidut que vive em Israel. Ele lembra que a forma de transmitir a Torá já mudou várias vezes na história: quando a tradição oral foi posta por escrito, quando ensinar Torá virou profissão, quando as mulheres passaram a estudar de forma organizada. Para ele, chegou outro momento desses, em que também a dimensão interior da Torá, a parte espiritual, psicológica e ética, pode ser compartilhada com toda a humanidade.

Ele descreve isso como compartilhar "a sabedoria e a beleza infinitas da Torá", e deixa claro que conversão não é o objetivo. Escreveu inclusive um livro pensando em leitores que não são judeus, Kabbalah and Meditation for the Nations.

Essa é exatamente a proposta do Wisdom Rush: uma aula semanal ao vivo, gratuita, aberta a qualquer pessoa curiosa. Dá uma olhada aqui.

Uma aula por semana, ao vivo

Para continuar a conversa deste texto com um professor e outras pessoas curiosas.

  • Aula ao vivo no Zoom, em português
  • Domingos, 19h (Brasília). A primeira é em 1º de novembro
  • 1h a 1h30, e perguntas até a última
  • Gravação de cada aula
  • Grupo fechado no WhatsApp
  • Os 100 primeiros entram grátis, para sempre. Sem cartão.

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Avô e neto lendo um livro juntos

Tá, mas o que eu levo disso para a minha semana?

Duas ideias dos ensinamentos dele funcionam bem para começar.

A primeira é sobre emoções. Um dos grandes trabalhos espirituais do ser humano, segundo o Rabino, é refinar o próprio caráter para que desejos e emoções sirvam à consciência, e não o contrário. Ninguém está pedindo para você engolir o que sente. A ideia é você decidir, e não o impulso. Na próxima vez que vier uma reação forte, raiva, ciúme, vontade de comprar alguma coisa, espere dez segundos e pergunte: quem está no comando agora?

A segunda é sobre ídolos modernos. Ninguém mais se curva para estátuas, mas a devoção sem limite ao dinheiro ou a celebridades ocupa um lugar parecido. Um exercício simples: abra o tempo de tela da última semana e veja para onde foi a maior parte da sua atenção. Isso merece esse espaço?

E se eu não souber nada?

Melhor ainda. Quem chega sem saber nada costuma fazer as perguntas mais honestas. As letras hebraicas, a estrutura da alma, a meditação, o sentido da história: na obra do Rabino Ginsburgh, cada um desses temas abre muita coisa, e dá para começar do zero.

O Wisdom Rush é um grupo de estudo em português, ao vivo pelo Zoom, toda semana. Não é preciso ser judeu nem ter qualquer conhecimento prévio, e quem dá a aula é um professor que estuda há muitos anos com o Rabino Ginsburgh. A primeira aula é no domingo, 1º de novembro, às 19h de Brasília. Entre uma aula e outra, a conversa continua num grupo fechado de WhatsApp. As 100 primeiras pessoas entram de graça e continuam de graça para sempre; o cadastro pede só nome e e-mail. Quero minha vaga.

Reserve sua vaga grátis

A primeira aula é no domingo, 1º de novembro.

  • Aula ao vivo no Zoom, em português
  • Domingos, 19h (Brasília). A primeira é em 1º de novembro
  • 1h a 1h30, e perguntas até a última
  • Gravação de cada aula
  • Grupo fechado no WhatsApp
  • Os 100 primeiros entram grátis, para sempre. Sem cartão.

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